15/09/2014

Coluna de Luciano Ribeiro: 1991 e A Morte do Vigilante


Na semana anterior escrevi sobre A primeira HQ (que por sinal teve um final trágico), resolvi hoje escrever sobre a primeira HQ que marcou minha vida...


Difícil, não é?

Depois de um breve momento de reflexão... cheguei a uma conclusão...

1991 foi um ano bacana pros quadrinhos... Pelo menos pessoalmente (Sim, 1991).
Foi o ano que estreou a revista do Faustão. Sério, a revista do Faustão. (Isso que nem falei de O Fantástico Jaspion)

The Spirit,Monstro do Pântano ,Akira e American Flagg eram mensais (entre outros clássicos).

Minha vida de leitor de quadrinhos tomava forma, as custas do dinheiro do lanche...
E (desculpe povo Marvel), era a época que tínhamos a Liga da Justiça (Giffen/DeMatteis/Maguire), acabei indo pro lado DC.

Mas, não vou falar de todo o ano de 1991, não se preocupe.

Em abril de 1991, as bancas tiveram: Conan Rei , DC 2000 (azar eu gostava de L.E.G.I.Ã.O. ), e Hellraiser #01 e DC Especial #05 A Morte do Vigilante.
Caro amigo, que acompanha esta coluna, posso dizer calmamente que tive todos estes exemplares e outros, menos a do Faustão... Sim, o tempo do verbo está correto, TIVE.

Mas, hoje vou escrever sobre A Morte do Vigilante.

Esta foi a primeira HQ que marcou minha vida.

Confesso que não conhecia o Vigilante.
Você também não conhece?
Adrian Chase, era um promotor público, que cansou de ver os culpados serem inocentados, vestiu um  uniforme preto, um visor vermelho e saiu pelas ruas levando a justiça, de forma bastante violenta .
Nesta história , ele está no fundo do poço, desacreditado, sem fé no que faz e com sua identidade revelada ao mundo.
Nas 160 páginas, surge uma aventura desesperada, como um último  fio resistindo antes de se romper.

E este desespero, faz você a cada página torcer para que o título da  HQ não aconteça em seu final...


Vale a pena procurar ,ler e guardar(opinião deste amigo)



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